segunda-feira, 6 de junho de 2011

ANJO DA GUARDA EXISTE? CADÊ OU, QUEM É O MEU ANJO PROTETOR?




Será que podemos dizer com base em Mateus 18. 10 que cada pessoa tem um anjo protetor?
"Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos! Pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste". Mateus 18. 10 (NVI).
Essa crença era popular entre os judeus na época da igreja primitiva. Fazia parte desta crença que o anjo “guardião” poderia tomar a forma do seu protegido (Atos 12. 15).
''Eles porém lhe disseram: Você está fora de si! Insistindo ela em afirmar que era Pedro, disseram-lhe: Deve ser o anjo dele". Atos 12. 15 (NVI)
Estes textos não devem ser usados como base ou, apoio para a crença popular em “anjo da guarda”, mais que Deus envia os seus anjos para assistirem os “pequeninos” e que nós, portanto, não devemos desprezar esses “pequeninos” que pode ser uma referência as crianças, ou, a os discipulos. De qualquer forma esses textos fazem parte do cuidado de Deus pelo seu povo (Sl. 91. 11; Hb 1. 14; Lc 16. 22).
"Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos'' (Salmos 91. 11).
''Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação?'' (Hebreus 1. 14).
''Chegou o dia em que o mendigo morreu, e os anjos o levaram para junto de Abraão. O rico também morreu e foi sepultado''. (Lucas 16. 22).
Sendo assim podemos descansar no Senhor, pois, Ele próprio nos livra, quer por Si mesmo, quer pelo seus anjos. Aleluia! (Sl. 34. 7; 125. 2).

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O BRASIL EM 2050, OU SEJA, O MUNDO EM QUE NOSSOS FILHOS E NETOS VIVERÃO.

De acordo com um levantamento do IBGE descrevendo o perfil da sociedade brasileira nos últimos 40 anos, alguns prognósticos (conhecimentos antecipados) acerca do caminho em que nossos filhos irão andar apontam para situações inevitáveis.
O primeiro prognóstico aponta para o envelhecimento da população. Em 1967, 72% da população eram compostos de pessoas com até 24 anos de idade. Em 2006, a mesma fatia da população atingiu somente o total de 45%, ou seja, 55% da população de nosso país tinham mais de 24 anos. Mais importante do que os coeficientes atuais são as variáveis que contribuíram para este cenário. A taxa de fecundidade decresceu de 6,3 filhos por casal em 1967 para apenas 2 filhos em 2006, enquanto que a expectativa de vida aumentou de 52 anos para 72,4, no mesmo período. E, para tornar este cenário ainda mais complicado, a população do Brasil passou de 90 milhões, em 1967, para 190 milhões em 2006. Tudo isto para dizer algo muito simples: o mundo em que nossos pais viveram não é mais o mesmo em que vivemos, e muito menos o mundo que nossos filhos viverão. Estes provavelmente viverão numa sociedade predominantemente adulta, uma sociedade cujos problemas e desafios terão a ver com as ansiedades e desilusões de adultos e não mais de adolescentes ou jovens.
Então senhores com uma sociedade predominantemente adulta o resultante aponta para o endividamento da população. Isto significa dizer que nossos filhos terão que pagar de alguma maneira, as conseqüências do pecado da avareza e do consumismo nos quais temos caído em nossos dias. Nossos filhos terão que sobreviver em um mundo endividado, doente, poluído, violento e super povoado, graças à falta de planejamento de vida que leve em conta a próxima geração.
Ainda como resultante de uma população adulta e consumista aponta para o crescimento da indústria da pornografia, especialmente com o advento do comercio virtual. A questão toda não é sobre qual geração cederá mais à indústria pornográfica, se a nossa ou a de nossos filhos. A questão se resume basicamente nesta perigosa e inevitável mistura: uma sociedade predominantemente adulta, consumista, vivendo em centros urbanos. Ainda que nossos pais tenham enfrentado cada um destes elementos em diferentes circunstâncias e épocas, nossos filhos terão que lidar com todos eles em todo o lugar e em todo tempo.
Meus amigos e irmãos, o que podemos fazer como defensores da vida, da natureza, da família, do bem estar e da moral para ajudarmos nossos filhos e a próxima geração? O livro de provérbios no capitulo 22 e versículo 6 nos oferecem uma contribuição que não pode passar despercebida que é “ ensina o menino no seu caminho e ainda quando for velho não se desviará dele”.
Podemos ajudá-los conscientizando-os antecipadamente do mundo em que os espera, lembrando-o da verdadeira relação que deve haver entre sua alma e seu criador, fazendo-o entender que sua mente precisa se cativa a Cristo e a sua palavra e que ouçam a Deus, a bíblia, seu pai, e seu mãe. Assim como o rei Lemuel (Provérbios 31) ouviu e praticou os conselhos que recebeu de sua mãe esperamos que nossos filhos e que esta geração escutem seus pais.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O MEC E A LUTA CONTRA A HOMOFOBIA? OU, O MEC E A AFRONTA A LIBERDADE HUMANA.

O MEC Está produzindo materiais de orientações sexuais gays para auxiliar professores e alunos do ensino médio como se isso fosse uma luta contra a homofobia. Só que estes matériais estão sendo preparados para crianças e adolescentes e é ai onde mora o perigo e a Afronta a liberdade humana.
Por quê? Porque se o homossexualismo, o lesbianismo, o bi-sexualismo e o trans-sexualismo são opções, escolhas e preferências sexuais de um indivíduo quanto a sua natureza e orientação sexual, então esse indivíduo terá que possuir maturidade o suficiente para tomar decisões e arcar com as conseqüências resultantes de sua escolha.
Senhores, uma criança ou, um adolescente que muitas vezes nem sabem quem são, nem o que querem, pois vivem em momentos de transformações e transições, como poderam entender tamanha revolução sexual. Como aceitaram estas formas de união se nem compreendem bem a natural/constitucional (homem e mulher, papai e mamãe). Uma criança ou, um adolescente que nem atingiu ainda a puberdade e não tem experiência sexual com o sexo oposto como conceberá uma junção com o mesmo sexo.
Estes materiais (vídeos, cartilhas, boletins etc.) propostos pelo MEC forçarão as crianças/adolescentes a aceitarem uma coisa que elas não entendem, não conhecem, não experimentam e não vivem.
Sendo assim considero uma afronta a liberdade humana da criança e do adolescente o que o MEC pretende fazer. Que é, fazê-los entender, aceitar e conviver com uma coisa que eles não compreendem a razão do por quê.
Sugiro que a família, os pais, as mães e os responsáveis pelos mesmos os orientem, pois, cada família é uma família, cada individuo é um indivíduo único, cada personalidade é uma personalidade especial e cada um tem um princípio e estilo de vida própria e não cabe ao governo determinar o que temos que aceitar o não aceitar.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ESTOU PREOCUPADO

A minha preocupação se dá principalmente pelo silêncio e ostracismo que à igreja vive tanto no corpo coletivo como no individual em relação aos seus ideais.
E quais são nossos ideais? Nossos ideais são: Cristo, as escrituras, à vida, à paz, à justiça, à família e a preservação dos princípios naturais, constitucionais, éticos e morais estabelecido por Deus na bíblia sagrada.
A cultura e os fatos sociais estão sucumbindo à voz, à identidade e a personalidade da igreja. E apesar de sermos mais de trinta milhões de militantes brasileiros não estamos exercendo o fator transformador que Deus espera que façamos (Romanos 12. 1-3).
Estamos priorizando em demasia as datas comemorativas, os eventos e as festividades de nossas instituições em detrimento da conscientização, do incentivo, do estudo preparatório, do investimento espiritual e da qualidade de vida cristã de nossos adolescentes e jovens.
Meus irmãos e amigos eu sei que à bíblia diz que o mundo é jaz no maligno (I João 5.19), sei também que ela diz que “por se multiplicar a iniqüidade o amor de muitos esfriará” (Mateus 24. 12), sei também que ela diz que o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos para que não lhe resplandeça a luz do evangelho de Cristo (II Co 4. 4). Sei também que ela diz que nos últimos dias apostatarão alguns da fé dando ouvido a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (I Tm 4.1), sei também que ela informa que nos finais dos tempos teremos dias trabalhosos, difíceis e angustiosos. E que surgirão homens inventores de males, amantes de si mesmos, deturpadores da verdade e do bem.
Porém sei mais ainda do que ela diz ao nosso respeito, pois nos somos geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido que foi resgatado das traves para a sua maravilhosa luz (I Pedro 2.9), somos sal e luz do mundo (Mateus 5.13,14), somos filhos de Deus, possuidores de uma herança celestial e dominadores do mundo vindouro.
Amigos e colegas se 12 discípulos sacudiram o mundo você já imaginou o que 30.000,000 (trinta milhões) são capazes de fazer? Vamos nos unir pela causa de Cristo, pela verdade, pela vida e pela família. Comece agora mesmo, amanhã pode ser tarde.

sábado, 7 de maio de 2011

Entrevista com Carlos Hadon SPURGEON, Para o BLOG: Possibilidades da Bíblia [...] e da Vida Cristã. PARTE 2 (final)






PERGUNTAS:



6) SPURGEON, a palavra deve acompanhar as novidades e as invencionices espirituais para se tornar relevante?

R. A palavra de Deus é suficiente para atrair e abençoar; as novidades logo fracassam.


7) SPURGEON, Qual a espécie ou, tipo de sermão seria mais adequado hoje?

R. A espécie de sermões que as pessoas precisam ouvir são: os que brotam da bíblia.


8) SPURGEON. o pregador deve viver o que prega? ou, melhor deve ter um bom caráter?

R. Prezados, não há doutrina verdadeira que não seja, ou, tenha sido abundantes em boas obras.


9) SPURGEON. o que você falaria para aqueles pregadores que assopram o Espírito, lhe dá ordem e O considera como seu coadjuvante?

R. Nunca trate o Espírito Santo como se fosse um objeto, nem fale dEle como se fosse uma doutrina, uma influência ou, um mito ortodoxo. reverencie o Espírito, ame-O e creia nEle [...], Ele é Deus, deixe-o ser Deus para você.


10) SPURGEON, como você pregou mais de 10.000 (dez mil) sermões, você acha que esgotou e pregou sobre todos os assuntos da Bíblia? ou sobrou alguma coisinha pra gente rsrsrsrs?

R. Em meus 40 anos de ministério só toquei a orla da veste da verdade divina [...] a palavra é como seu autor: infinito, imensurável e sem fim. Se você fosse ordenado pregador na eternidade teria diante de si um tema à altura das demandas eternas.


Amigos leitores e irmãos em Cristo, Carlos Hadon Spurgeon não buscava fama nem honra, nem como fundador de uma denominação, nem como pregador (embora fosse conhecido como o príncipe deles), más tudo que ele fazia era para a gloria de Deus e seu Cristo.

Certa vez disse que estaria disposto a falar de forma balbuciente se assim o propósito de Deus pudesse ser mais completamente alcançados. Ficaria contente de perder todo o poder da fala se ao ficar sem palavras, vocês pudessem se alimentar melhor do Verbo Encarnado. Cristo!!!






terça-feira, 3 de maio de 2011

Adoração: o que é? por quê adoramos?

À adoração é diferente do louvor. O louvor é cincunstâncial (Tiago 5.13), à adoração não. Quantas vezes nos sentimos pra baixo, sem ânimo e até sem alegria e mesmo assim adoramos a Deus? e por quê O adoramos? adoramos a Deus porque Ele é digno e não porque temos vontade muitas vezes.

Á adoração não consiste em ir à igreja cantar hinos e ouvir pregações, más quando as palavras que fluem de nossos lábios e as obras que fluem de nossas vidas glorificam e honram a Deus por seus atributos e obras.

sábado, 30 de abril de 2011

Entrevista com Carlos Hadon SPURGEON para o BLOG posibilidades da BÍblia[...] e da vida cristã. PARTE 1









Esta entrevista foi realizada logo após o seu dircurso inaugural na conferência para pastores em abril de 1891. um ano antes de sua morte.



PERGUNTAS:




1) SPURGEON, por você ser considerado o príncipe dos pregadores, o que poderia prejudicar o desenvolvimento de um pregador além do medo de falar em público?

R. Um sentimento excessivo de responsabilidade pode paralisar a pessoa, bloquear o desempenho e fazê-lo esquecer as partes específicas que pretendia enfatizar.



2) SPURGEON, o que você diria para aqueles que não preparam o sermão antes de pregar argumentando que na hora Deus lhe dá a palavra?

R. Devemos preparar o sermão como se tudo dependesse de nós e confiar no Espírito de Deus, sabendo que tudo depende dEle.



3) SPURGEON, o que devemos pregar para termos êxito no sermão e ao mesmo tempo influênciar as pessoas?

R. Preguem o que pode capacitar os homens para enfrentar a morte sem medo.



4) SPURGEON, o que devemos fazer para sermos convincentes?

R. Para ser convincentes devemos falar bíblicamente.


5) SPURGEON, qual explicação você daria para o poder que há em suas pregações, ou, nas mensagens que prega?

R. Na sala que está abaixo, há 300 crentes que sabem orar, todas as vezes que prego eles se reúnem ali para sustentar-me as mãos, orando e suplicando ininterruptamente. Na sala que está sob os nossos pés é que se encontra a explicação do mistério dessas bençãos.
Ele falava do salão que ficava abaixo da nave da igreja que pastoreava.
Estas afirmaçoes em forma de entrevista foi elaborada tendo como base o seu discurso inaugural (escrito) na conferência para pastores em abril de 1891.